
Empurrei a porta da loja. Poeira, prateleiras tortas, relógios antigos que marcavam horas diferentes.— De onde veio este anel? — perguntei ao velho atrás do balcão. Ele sorriu com seus dentes de ouro.— De onde todos vêm — respondeu com uma piscadela. O anel tinha meu nome gravado, data de hoje.Travei o maxilar.— Isso é…