
Campainha toca às três. Olho pelo olho mágico: terno puído, sorriso de dentes antigos.— Trouxe troco? — voz rouca, dedos tamborilam no vidro. Quero rir, mas frio percorre a espinha.— Banco tá fechado — aviso e giro a tranca. Sombra escorre por baixo da porta, cheiro de flores velhas invade o corredor.Fôlego curto, mãos apertam…